FOTO de JP Nascimento
No Largo do Duque de Palmela, o Pelourinho da Vila de Palmela ostenta as armas reais (escudo e coroa) de D. João IV. Está datado de 1645 e classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910.
Em pedra calcária (lioz), é constituído por uma plataforma de dois degraus de base octogonal. O fuste é cilíndrico e liso e o capitel encontra-se decorado com folhas de acanto, embora não possa ser considerado capitel coríntio. Da parte superior do capitel saiem quatro ganchos de ferro, que terminam em formas zoomórficas. O remate é constituído por um elemento quadrangular, contendo a inscrição 1645, sobre o qual se encontram as armas reais encimadas por uma cruz em ferro. O escudo é ladeado pela representação de uma palma (possível alusão ao topónimo Palmela).
O Pelourinho foi apeado no século XIX, possivelmente após a extinção do Concelho, ocorrida em 1855, tendo sido reerguido pela população em 1908, como símbolo da luta desenvolvida pela restauração do Concelho, que viria a acontecer em 1926
FOTO de JP Nascimento
No Largo do Duque de Palmela, o Pelourinho da Vila de Palmela ostenta as armas reais (escudo e coroa) de D. João IV. Está datado de 1645 e classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910.
Em pedra calcária (lioz), é constituído por uma plataforma de dois degraus de base octogonal. O fuste é cilíndrico e liso e o capitel encontra-se decorado com folhas de acanto, embora não possa ser considerado capitel coríntio. Da parte superior do capitel saiem quatro ganchos de ferro, que terminam em formas zoomórficas. O remate é constituído por um elemento quadrangular, contendo a inscrição 1645, sobre o qual se encontram as armas reais encimadas por uma cruz em ferro. O escudo é ladeado pela representação de uma palma (possível alusão ao topónimo Palmela).
O Pelourinho foi apeado no século XIX, possivelmente após a extinção do Concelho, ocorrida em 1855, tendo sido reerguido pela população em 1908, como símbolo da luta desenvolvida pela restauração do Concelho, que viria a acontecer em 1926
FOTO de JP Nascimento
O concelho de Vila Fresca de Azeitão foi criado por decreto de 5 de Dezembro de 1759, sendo posteriormente transferida a sua sede para a Aldeia de Nogueira de Azeitão em 1786, por ordem de D. Maria I. Desta dupla reforma resultou a construção do pelourinho, obra de fuste cilíndrico, liso, assente em base de moldura redonda com soco de quatro degraus e encimado por um capitel toscano sobre o qual assenta uma urna e a esfera armilar em ferro. De acordo com a inscrição no topo do fuste - "Fidelissima Regina D. Maria 1.ª Imperante Senatus Fexit: Anno 1786" - pode concluir-se que a construção deveu-se ao Senado da Câmara, contra uma opinião lendária que consagra a um movimento popular a transferência do pelourinho da antiga freguesia de São Lourenço (CALADO, 1993, p.42).
O pelourinho que podemos observar no Rossio da Vila (actual Praça da República) é uma reconstrução da segunda metade do século XX, uma vez que já em 1955 desconheciam-se os elementos originais (BONIFÁCIO, 1955).
FOTO de JP Nascimento
O concelho de Vila Fresca de Azeitão foi criado por decreto de 5 de Dezembro de 1759, sendo posteriormente transferida a sua sede para a Aldeia de Nogueira de Azeitão em 1786, por ordem de D. Maria I. Desta dupla reforma resultou a construção do pelourinho, obra de fuste cilíndrico, liso, assente em base de moldura redonda com soco de quatro degraus e encimado por um capitel toscano sobre o qual assenta uma urna e a esfera armilar em ferro. De acordo com a inscrição no topo do fuste - "Fidelissima Regina D. Maria 1.ª Imperante Senatus Fexit: Anno 1786" - pode concluir-se que a construção deveu-se ao Senado da Câmara, contra uma opinião lendária que consagra a um movimento popular a transferência do pelourinho da antiga freguesia de São Lourenço (CALADO, 1993, p.42).
O pelourinho que podemos observar no Rossio da Vila (actual Praça da República) é uma reconstrução da segunda metade do século XX, uma vez que já em 1955 desconheciam-se os elementos originais (BONIFÁCIO, 1955).
. Sítios a consultar
. IPPAR
. Companheiros
. Cancelas
. Chaves
. Eiras
. LUMBUDUS
. PEDOME
. SENTIR
. Reanimar Coretos de Portugal
. Aldeias de Chaves
. CURALHA
. Eiras
. SEGIREI
. Valdanta