Sábado, 24 de Abril de 2010

CABECEIRAS de BASTO - Braga

CABECEIRAS de BASTOS - Braga

FOTO de Albano Nascimento

sinto-me:

publicado por Albano Nascimento às 00:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

CABECEIRAS de BASTO - Braga

CABECEIRAS de BASTOS - Braga

FOTO de Albano Nascimento

    Integrado na área geográfica do Ave, nas denominadas Terras de Basto, o território correspondente, na actualidade, ao concelho de Cabeceira de Bastos, ocupa um extenso vale na margem do Rio Tâmega, entre as Serras da Cabreira e do Marão, dotado de uma paisagem característica desta região de transição entre o Minho e Trás-os-Montes. Uma condição que lhe confere particularidades acrescidas, nomeadamente no que se refere à diversidade dos recursos cinegéticos essenciais à sobrevivência humana, ainda que não pareçam abundar os testemunhos pré e proto-históricos na zona. Não obstante, os arqueossítios identificados e estudados até ao momento permitem confirmar a existência de comunidades desde, pelo menos, a Idade do Bronze, continuada na Idade do Ferro, da qual datam alguns povoados de altura, a exemplo do construído em Refojos de Bastos, uma das freguesias de Cabeceiras, obtendo maior expressão durante o domínio romano.
Os (ainda) escassos dados coligidos sobre a medievalidade de Cabeceiras de Basto ilustram, no entanto, um povoado que terá alcançado maior desenvolvimento a partir da primeira metade do século XII, quando D. Afonso Henriques (1109-1185) passou carta de couto (declaração de doação de propriedade) ao conhecido Mosteiro de Refojos de Basto, que acolhia uma importante comunidade beneditina, segundo as normas do Mosteiro de Tibães, este último fundado na segunda metade do século XI.
Todavia, o concelho de Cabeceiras de Basto foi instituído apenas em 1514, ano em que D. Manuel I (1469-1521) lhe concedeu novo foral [o primeiro fora outorgado por D. Dinis (1261-1325), em 1307], depois de ter sido doado a D. Nuno Álvares Pereira (1360-1431) - 2.º Condestável de Portugal -, por parte de D. João I (1357-1433).
É justamente do período manuelino que datará o pelourinho fronteiro à antiga 'Casa da Cadeia'.
É sobre soco quadrado de três degraus que assenta grande paralelepipédico do qual arranca o fuste liso, de secção circular, da coluna com capitel formado por bloco quadrangular lavrado com símbolos heráldicos (incluindo o escudo real) e sobrepujado por pináculo piramidal coroado por esfera lisa, exibindo, no conjunto, um aspecto de inequívoca robustez construtiva.
[AMartins]


publicado por Albano Nascimento às 00:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Terça-feira, 20 de Abril de 2010

CABECEIRAS de BASTO - Braga

CABECEIRAS de BASTOS - Braga

FOTO de Albano Nascimento

sinto-me:

publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

CABECEIRAS de BASTO - BRAGA

CABECEIRAS de BASTOS - Braga

FOTO de Albano Nascimento

sinto-me:

publicado por Albano Nascimento às 00:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Domingo, 18 de Abril de 2010

CABECEIRAS de BASTO - Braga

CABECEIRAS de BASTOS - Braga  CABECEIRAS de BASTOS - Braga

FOTO de Albano Nascimento

      Integrado na área geográfica do Ave, nas denominadas Terras de Basto, o território correspondente, na actualidade, ao concelho de Cabeceira de Bastos, ocupa um extenso vale na margem do Rio Tâmega, entre as Serras da Cabreira e do Marão, dotado de uma paisagem característica desta região de transição entre o Minho e Trás-os-Montes. Uma condição que lhe confere particularidades acrescidas, nomeadamente no que se refere à diversidade dos recursos cinegéticos essenciais à sobrevivência humana, ainda que não pareçam abundar os testemunhos pré e proto-históricos na zona. Não obstante, os arqueossítios identificados e estudados até ao momento permitem confirmar a existência de comunidades desde, pelo menos, a Idade do Bronze, continuada na Idade do Ferro, da qual datam alguns povoados de altura, a exemplo do construído em Refojos de Bastos, uma das freguesias de Cabeceiras, obtendo maior expressão durante o domínio romano.
Os (ainda) escassos dados coligidos sobre a medievalidade de Cabeceiras de Basto ilustram, no entanto, um povoado que terá alcançado maior desenvolvimento a partir da primeira metade do século XII, quando D. Afonso Henriques (1109-1185) passou carta de couto (declaração de doação de propriedade) ao conhecido Mosteiro de Refojos de Basto, que acolhia uma importante comunidade beneditina, segundo as normas do Mosteiro de Tibães, este último fundado na segunda metade do século XI.
Todavia, o concelho de Cabeceiras de Basto foi instituído apenas em 1514, ano em que D. Manuel I (1469-1521) lhe concedeu novo foral [o primeiro fora outorgado por D. Dinis (1261-1325), em 1307], depois de ter sido doado a D. Nuno Álvares Pereira (1360-1431) - 2.º Condestável de Portugal -, por parte de D. João I (1357-1433).
É justamente do período manuelino que datará o pelourinho fronteiro à antiga 'Casa da Cadeia'.
É sobre soco quadrado de três degraus que assenta grande paralelepipédico do qual arranca o fuste liso, de secção circular, da coluna com capitel formado por bloco quadrangular lavrado com símbolos heráldicos (incluindo o escudo real) e sobrepujado por pináculo piramidal coroado por esfera lisa, exibindo, no conjunto, um aspecto de inequívoca robustez construtiva.
[AMartins]


publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascimento

          Abadim, actual freguesia de Cabeceiras de Basto, foi couto municipal e chegou a ser vila, com carta de foral dada por D. Manuel em 1514. O primeiro donatário da terra foi D. Rodrigo Viegas "Badim", a quem D. Afonso III coutou o termo entre os anos de 1248 e 1258. Após pertencer a vários outros senhores, o couto entra na posse do Dr. Diogo Lopes de Carvalho, desembargador do Paço, no ano imediato à outorga do foral, concedido ainda durante o senhorio de um fidalgo de nome Diogo Machado. O senhorio de Abadim manter-se-ia na descendência de Diogo Lopes de Carvalho até ao século XIX.
O seu pelourinho ergue-se junto ao portal da casa da Torre do Tronco, actual turismo rural, que ocupa um edifício setecentista anexo a uma torre supostamente pertencente ao antigo solar medieval dos Badins. É um monumento singelo, em granito, constando de coluna, capitel e remate. A coluna, de secção circular e relativamente atarracada, possui um ressalto com a mesma secção na base. Sobre esta assenta directamente o capitel paralelepipédico, com as faces talhadas em forma de escudos boleados, sendo três destes lisos (bojardados) e um decorado com uma estrela de cinco pontas enquadrada por moldura quadrilobada. O remate é constituído por um pináculo tronco-cónico de topo boleado, com dois estreitamentos.
O pelourinho tem sido considerado peça quinhentista, possivelmente erguida na sequência do foral de 1514. É no entanto difícil datá-lo, podendo ser consideravelmente mais tardio. A sua factura rude tem semelhanças com outros na região, como o de Castelo (Arnóia), no concelho de Celorico de Basto; no entanto, o monumento que mais semelhanças apresenta com este parece ser o de Castro Vicente, Mogadouro, já no distrito de Bragança. SML

FOTO de Albano Nascimento


publicado por Albano Nascimento às 00:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascmento


publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascimento

sinto-me:

publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Terça-feira, 13 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos  

FOTO de Albano Nascimento

 


publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascimento


publicado por Albano Nascimento às 00:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos favoritos
|
Domingo, 11 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascimento


publicado por Albano Nascimento às 00:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|
Sábado, 10 de Abril de 2010

ABADIM - Cabeceiras de Basto

ABADIM - Cabeceiras de Bastos  ABADIM - Cabeceiras de Bastos

FOTO de Albano Nascimento

     

Abadim, actual freguesia de Cabeceiras de Basto, foi couto municipal e chegou a ser vila, com carta de foral dada por D. Manuel em 1514. O primeiro donatário da terra foi D. Rodrigo Viegas "Badim", a quem D. Afonso III coutou o termo entre os anos de 1248 e 1258. Após pertencer a vários outros senhores, o couto entra na posse do Dr. Diogo Lopes de Carvalho, desembargador do Paço, no ano imediato à outorga do foral, concedido ainda durante o senhorio de um fidalgo de nome Diogo Machado. O senhorio de Abadim manter-se-ia na descendência de Diogo Lopes de Carvalho até ao século XIX.
O seu pelourinho ergue-se junto ao portal da casa da Torre do Tronco, actual turismo rural, que ocupa um edifício setecentista anexo a uma torre supostamente pertencente ao antigo solar medieval dos Badins. É um monumento singelo, em granito, constando de coluna, capitel e remate. A coluna, de secção circular e relativamente atarracada, possui um ressalto com a mesma secção na base. Sobre esta assenta directamente o capitel paralelepipédico, com as faces talhadas em forma de escudos boleados, sendo três destes lisos (bojardados) e um decorado com uma estrela de cinco pontas enquadrada por moldura quadrilobada. O remate é constituído por um pináculo tronco-cónico de topo boleado, com dois estreitamentos.
O pelourinho tem sido considerado peça quinhentista, possivelmente erguida na sequência do foral de 1514. É no entanto difícil datá-lo, podendo ser consideravelmente mais tardio. A sua factura rude tem semelhanças com outros na região, como o de Castelo (Arnóia), no concelho de Celorico de Basto; no entanto, o monumento que mais semelhanças apresenta com este parece ser o de Castro Vicente, Mogadouro, já no distrito de Bragança. SML

 


publicado por Albano Nascimento às 16:02
link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
|

.Mais sobre mim

.Pesquisar neste blog

 

.links

.arquivos

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Junho 2014

. Março 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

.LUMBUDUS

blog-logo

.Setembro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

15
16
17
18
19

20
21
23
24
25
26

27
28
29
30


.VISITAS

.Visitas online

blogs SAPO